REPORTAGEM ESPECIAL: O dia em que o céu e luz caíram em toda SC
Há cinco anos, milhares de catarinenses viviam o horror do Ciclone Bomba, com prejuízos e sem energia em plena pandemia. Do outro lado, centenas de “celesquianos”, assim chamados os funcionários da Celesc, davam a vida para religar o sistema de casas, hospitais e empresas. .




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“Cheguei no dia 30 e o supervisor que estava aqui no local me passou algumas das demandas e a dinâmica do serviço. No final do dia, percebemos que a situação estava realmente complicada. Tive que ir para o campo formar duplas, sem conhecer ainda os contatos das pessoas, porque ainda estava me habituando. A equipe de subestações eu conhecia um pouco mais, pois trabalhava na central, que era um apoio à equipe daqui. Mas na parte de linha de transmissão eu tinha pouco conhecimento” contou Silva.
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“O apoio da equipe mais experiente foi essencial, principalmente considerando que a distribuição também estava afetada. Restabelecemos nossa parte, mas ainda havia muitas demandas pendentes” lembra o supervisor.
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“Não senti medo, mas responsabilidade. Não é prática comum nossa sair no cabo em manutenção. Foi a primeira vez. Usei uma técnica que dominava, mas antes discutimos em equipe. Não foi decisão individual. Tivemos êxito e conseguimos restabelecer. Mas existe esse senso de humanidade. A gente se coloca no lugar do cliente. Muitas vezes passamos do dever formal e agimos por obrigação moral”, conta Raiser, orgulhoso do trabalho desempenhado pela equipe de manutenção de Linhas de Transmissão Norte.
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Veja o registro em vídeo feito nas alturas dos cabos de alta tensão:
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“Temos feito avaliações pós-evento para melhorias, além disso, nos últimos dois anos e meio, a Celesc tem investido R$ 57,6 milhões em ações preventivas de poda e roçada”, acrescenta Wagner.lllll
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