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REPORTAGEM ESPECIAL: O dia em que o céu e luz caíram em toda SC

Há cinco anos, milhares de catarinenses viviam o horror do Ciclone Bomba, com prejuízos e sem energia em plena pandemia. Do outro lado, centenas de “celesquianos”, assim chamados os funcionários da Celesc, davam a vida para religar o sistema de casas, hospitais e empresas. .

Atualizado em 19/10/2025 às 12:10, por Redação.

Imagens de satélite da formação do ciclone bomba na região sul do Brasil – Foto Reuters

 

 

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Cheguei no dia 30 e o supervisor que estava aqui no local me passou algumas das demandas e a dinâmica do serviço. No final do dia, percebemos que a situação estava realmente complicada. Tive que ir para o campo formar duplas, sem conhecer ainda os contatos das pessoas, porque ainda estava me habituando. A equipe de subestações eu conhecia um pouco mais, pois trabalhava na central, que era um apoio à equipe daqui. Mas na parte de linha de transmissão eu tinha pouco conhecimento

contou Silva




 

 

 

O apoio da equipe mais experiente foi essencial, principalmente considerando que a distribuição também estava afetada. Restabelecemos nossa parte, mas ainda havia muitas demandas pendentes

lembra o supervisor



 

 

 

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Não senti medo, mas responsabilidade. Não é prática comum nossa sair no cabo em manutenção. Foi a primeira vez. Usei uma técnica que dominava, mas antes discutimos em equipe. Não foi decisão individual. Tivemos êxito e conseguimos restabelecer. Mas existe esse senso de humanidade. A gente se coloca no lugar do cliente. Muitas vezes passamos do dever formal e agimos por obrigação moral

conta Raiser, orgulhoso do trabalho desempenhado pela equipe de manutenção de Linhas de Transmissão Norte



 

Veja o registro em vídeo feito nas alturas dos cabos de alta tensão:

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Temos feito avaliações pós-evento para melhorias, além disso, nos últimos dois anos e meio, a Celesc tem investido R$ 57,6 milhões em ações preventivas de poda e roçada

acrescenta Wagner



 
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