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MENTALIDADE CONSCIENTE: Apocalipse? Fim do mundo? Regeneração planetária? Novo mundo? Todas a matrizes espirituais convergem para o mesmo lugar!

Essa Coluna é um instrumento para provocar seus leitores a buscarem conhecimento, livros, vídeos, palestras que contribuam para sua preparação interior. Precisamos nos conectar com outros que estão despertando para formar comunidades de apoio que nos ajudem no processo de desenvolvimento de nossas capacidades latentes na expansão da consciência e da sabedoria.

Atualizado em 07/02/2026 às 09:02, por Carlos Castro.

A imagem apresenta-se como uma pintura a óleo clássica, com texturas ricas e um uso dramático de chiaroscuro (contraste intenso entre luz e sombra), evocando o estilo de mestres do Renascimento ou do Romantismo. A paleta de cores é dominada por tons terrosos, cinzas tempestuosos e negros profundos, perfurados apenas pelo amarelo dourado e branco da luz do farol.

Imagem gerada por IA

Vivemos a era do conhecimento intangível, mental, espiritual. A humanidade está no limiar de um salto quântico. Todas as tradições espiritualistas e religiosas transitam nessa direção. Até então, dependemos muito de nossos cinco sentidos físicos e limitamos nosso conhecimento às coisas físicas que podemos ver, tocar, pesar e medir. Mas já há conhecimento intangível e maturidade espiritual suficiente para entendermos quem somos, o que estamos fazendo aqui e para onde vamos. 

No concerto universal de N teorias e experiências, temos vários maestros. No ocidente, Jesus com sua batuta, conduz a orquestra. No oriente, há Buda, Krishna e outros, conduzindo a sinfonia humana sob a inspiração e a transpiração do arquiteto universal com sua inteligência suprema de amor e perfeição. Esses avatares surgem para iluminar o caminho dos justos e para restaurar a ordem evolutiva. 

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Após dezenas de séculos e milênios, em nosso belo planeta azul, habitantes merecedores e de consciências despertas alcançaram a maturidade e vibração necessária para libertar Gaia de energias espessas e malignas predominantes no milenar processo de aprendizado. Esse fato ocorria pela incompreensão da mentalidade humana na vivência de sua fase infanto-juvenil. 
 

O mesmo momento com tradições e interpretações diferentes

Há diferentes entendimentos espiritualistas e religiosos interpretativos para um único fato: o planeta elevou a vibração cósmica e só continuará com os inquilinos que vibram na mesma frequência, os demais já estão sendo encaminhados para outras moradas da casa do pai (João 14:2). As interpretações convergem para previsões que atravessam todas as culturas, todas as religiões, todas as tradições em séculos e milênios. 

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Os Maias falaram de mudança, os hindus descrevem o fim do Kali Yuga, a era de escuridão e o início de uma nova idade dourada. Os nativos estadunidenses falam do tempo da grande mudança, quando a humanidade deverá escolher entre destruição e renovação. Os aborígines australianos têm suas próprias profecias sobre um tempo em que o céu falará e a terra responderá. Os tibetanos falam de Shambala, um reino oculto que se revelará quando a humanidade estiver pronta para recebê-lo. Os sufis islâmicos têm tradições sobre uma era de iluminação que seguirá um período de escuridão.

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Cabalistas judeus calculam que o Tikkun Olam, a reparação do mundo, deve completar-se antes de um certo umbral temporal. Cristãos esotéricos falam do retorno do Cristo cósmico, não como indivíduo, mas como despertar da consciência crística em toda a humanidade. E assim eu poderia prosseguir cultura após cultura, tradição após tradição, todas apontando para o mesmo momento, todas descrevendo o mesmo tipo de evento transformador. É possível que tantas tradições diferentes separadas por oceanos e milênios, estejam erradas? Ou é possível que todas elas tenham captado, cada uma à sua maneira, uma verdade que a ciência moderna foi incapaz de perceber e reconhecer? 

Ao separar o joio do trigo, no processo de transição planetária, o orbe terrestre ganhará uma frequência vibratória mais leve, suave, indelével, onde a energia do amor será predominante com a maldade apartada para outros planos e moradas com afinidade energética. A Terra será o lar de espíritos adultos que foram forjados no fogo dos acontecimentos e mantiveram acesa a chama do amor em seus corações mesmo quando angustiados. 

Aproveitemos a oportunidade dessa vida para despertar a consciência, ajustando a nossa mente, o nosso coração e nossa praxis na sintonia da frequência do amor. Os despertos são faróis na escuridão, âncoras na tormenta, pontos entre o velho e o novo mundo, o novo Céu e a nova Terra. O tempo urge. 
 

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A Coluna é uma mensageira!

Essa Coluna é um instrumento para provocar seus leitores a buscarem conhecimento, livros, vídeos, palestras que contribuam para sua preparação interior. Precisamos nos conectar com outros que estão despertando para formar comunidades de apoio que nos ajudem no processo de desenvolvimento de nossas capacidades latentes na expansão da consciência e da sabedoria. 

Conforme nos disse Einstein: “A mente que se expande a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original”. Juntos, numa frequência elevada, podemos criar o futuro de luz que todos almejamos. Vamos atravessar essa transição, não como vítimas, mas como protagonistas, trabalhando a nossa melhor versão.

Ao perceber e me sentir extremamente incomodado com o avanço voraz do ódio, de comportamentos inexplicáveis e inaceitáveis sob qualquer viés humanista, pior, em nome de uma visão religiosa fanática e fundamentalista, bem como de uma idolatria política e ideológica, busquei me conectar com a fagulha divina que há dentro de nós. Mergulhei no oceano do conhecimento e encontrei alguns portos seguros.     

Nesse interim, sofri um choque de realidade com o fim traumático e inacreditável de um casamento de 30 anos. Meu mundo desabou, porém, minha resiliência e amor a Jesus fez eu me voltar para dentro de mim, buscando entender os porquês de fatos tão drásticos. O caos deve servir para recalcularmos a rota e ressignificar nossas crenças e dores. 

Passados seis meses, estou conseguindo me reequilibrar da pancada. Nesse contexto, sincronicidades aceleraram e me fizeram enxergar a necessidade de buscar a expansão da consciência e de escrever essa Coluna, semanalmente. Não importa quantos leem. Importa que ela vai chegar a quem precisa minimamente de algum conforto e perspectiva de saída espiritual para suas mazelas. Ela se propõe a iluminar um caminho de mudança na energia do amor.

 

Sejamos luz! 

Cada consciência individual é parte do todo, da inteligência suprema. Cada escolha, cada pensamento, cada emoção positiva, contribui para a egrégora espiritual da humanidade. Não é preciso fazer nada heroico ou espetacular. Basta termos a consciência do despertar para inclinar a balança rumo ao futuro de luz que todos, no mais profundo de nossos corações, desejamos para nós e para as gerações futuras. Cada fibra do meu ser acredita nisso.           

Façamos a luz prevalecer, o amor triunfar para estarmos à altura evolutiva do despertar exigido pela transição planetária. Todos os escândalos e horrores que ainda veremos têm o objetivo de nos tirar do foco da mentalidade consciente.       

Todas as tradições, todas as profecias, todos os avisos foram sementes plantadas no passado para florescer agora. Na Parábola da Candeia, o mestre Jesus fala a seus discípulos que a luz não deve ser escondida, mas colocada no velador para iluminar a todos. De nada serve se for deixada “debaixo do alqueire”. Disse Jesus: “Vós sois a luz do mundo” (Mateus 5:14-16). 

Então, sejamos o que Jesus indicou para sermos. Essa é a nossa missão espiritual.     


Carlos Castro

Carlos Castro cursou Jornalismo no Ielusc, tem forte formação sindical e já trabalhou em diversas emissoras de rádio de SC. Liderou movimentos sociais, partidários e hoje é colunista do Chuville Notícias. Sua coluna semanal "Mentalidade Consciente" traz reflexões fundamentadas que servem de inspiração para a sociedade frenética atual. Contato: castrorevival@gmail.com