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Suspeito de crimes sexuais contra menores é preso em Joinville

Investigado aliciava vítimas pela internet e era monitorado por agência de segurança dos EUA por risco de extremismo violento.

Atualizado em 22/01/2026 às 19:01, por Redação.

Agente da Polícia Civil conduz um homem algemado, visto de costas, para o interior de um prédio, em área externa de uma delegacia.

Suspeito era monitorado pela agência de segurança interna dos Estados Unidos - Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil de Santa Catarina prendeu preventivamente, na tarde desta quinta-feira (22), um homem de 20 anos investigado por crimes sexuais contra crianças e adolescentes. A ação, conduzida pela Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI), ocorreu no bairro Comasa, em Joinville. Foram apreendidos dois celulares e um cartão de memória, que passarão por perícia técnica.

As investigações apontam que, entre junho e julho de 2025, o suspeito utilizou redes sociais para aliciar adolescentes de 12 e 15 anos moradoras do Rio Grande do Sul, Pernambuco e Paraná. Ele aplicava a técnica de grooming — manipulação psicológica para ganhar a confiança da vítima — para induzi-las à produção de conteúdo sexual explícito.

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O caso ganhou contornos de maior gravidade após um alerta da Homeland Security Investigations (HSI), agência de segurança interna dos Estados Unidos. O órgão informou que o investigado demonstrava sinais de "extremismo violento", com interesse em massacres escolares, como o de Columbine (EUA), e intenção de adquirir armamento.

O documento da HSI classificou o jovem como uma ameaça concreta à segurança pública e a ambientes escolares, citando manifestações de violência contra mulheres, menores e animais.

O detido, que não ofereceu resistência, responderá por:

Estupro de vulnerável (Art. 217-A do Código Penal);

Produção de material de abuso sexual infantojuvenil (Art. 240 do ECA);

Armazenamento de material pornográfico infantil (Art. 241-B do ECA).

O investigado foi encaminhado ao Presídio de Joinville. A Polícia Civil mantém as investigações para identificar outras possíveis vítimas.


Redação

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