MENTALIDADE CONSCIENTE: A felicidade é fruto do renascer espiritual
Quem não quer ser feliz? Mais que uma palavra abstrata, a felicidade deve ser plantada de várias formas. E a coluna desta semana destaca algumas reflexões importantes sobre o assunto.
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Para enfrentar a NORMOSE, tema já abordado na Coluna e quando terminar a leitura do livro de Jair Soares, trarei novos elementos de pertinentes reflexões, penso que há alguns gatilhos chaves para curar nossos traumas cravados no inconsciente desde a infância. Frequência, vibração, conexão, lucides, perdão, gratidão, amor, Deus, palavras que expressam a essência da alma humana para dar sentido à vida.
Num universo mental dominado pela energia do ódio, da raiva, da intolerância, do egoísmo, imperfeições morais e espirituais aprofundam a necessidade de separar o joio do trigo. Esse processo é balizado por conexão energética com a aproximação de espíritos afins na mesma frequência vibratória eletromagnética. Portanto, cuidemos com o que pensamos, fazemos no nosso cotidiano e com as conexões que estabelecemos em nossa vida. “Vigiai e orais”, Mateus 26:41.
Como escreveu Antoine de Saint-Exupéry na obra prima, “O Pequeno Príncipe”, "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas", seja para o bem ou para o mal. Diagnosticar e compreender os fundamentos para o bem viver servem para a correção de rumos na busca da felicidade. Disse Jesus em Mateus 7:7 e 8: “Peçam, e será dado; buscai e achareis; batam, e a porta será aberta. Pois tudo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e a quele que bate, terá a porta aberta”.
Se nossa busca for sincera, com o coração e a mente aberta, perseverantes na fé e envoltos na energia de amor, essas promessas evangélicas jamais serão palavras ao vento e não cabe qualquer interpretação reversa. São verdades eternas de uma filosofia praticada por avatares como Gandhi, Madre Teresa de Calcutá, Chico Xavier, Irmã Dulce e tantos anônimos maravilhosos.
Quanto mais refinada e evoluída a energia, mais AMOR puro ela contém. Quanto mais humilde e verdadeira for nossa praxis, mais elevados seremos na força espiritual. Jesus foi a prova viva desse entendimento. E aqui ressalto, novamente, como uma série televisiva pode ser usada espiritualmente para aflorar a fagulha divina que há dentro de cada um de nós. Vejo The Chosen – os Escolhidos, como um marco humanista para quem se diz cristão, perceber e refletir sobre sua praxis e assim, ajustar a trajetória de suas vidas sob a baliza do amor.
O teólogo jesuíta francês, François Avarion, provocava seus seguidores para perceberem que a religião não é para dar respostas, mas para celebrar mistérios ainda incompreendidos. O problema é que as religiões se institucionalizaram e em grande parte, foram dominadas pelo poder, por adorações a bezerros de ouro e a Mamom. Estamos na era da igreja de Laodiceia, a do último período da revelação apocalíptica. Em Apocalipse 3:15 e 16 diz, “Conheço as tuas obras. Por não seres nem quente, nem frio, por seres morna, vomitar-te-ei da minha boca”.
Jesus enfrentava os “doutores da lei” do Sinédrio, a igreja judaica da época, expondo toda a hipocrisia dos fariseus e saduceus. Seus ensinamentos eram vocalizados nos montes, nas ruas, aos ávidos corações das pessoas de sua época. Como jornalista, cristão e kardecista, entendo que as redes sociais podem ser uma Ágora moderna para conectar pessoas que buscam entendimento para o bem viver. Pensando nisso, estou alinhando com um amigo terapeuta, um projeto que poderá emergir em breve.
No meu coração sinto a necessidade de contribuir com o conhecimento adquirido em meus 55 anos de vida para auxiliar pessoas a saírem juntas comigo do Vale das Sombras, buscando a iluminação espiritual e uma versão conectada ao amor divino.
Não é sobre religião. Não é sobre fanatismo. Não é sobre catequismo. É sobre mutação, metamorfose, frequência vibratória para transformação espiritual e renascimento sobre uma vertente universal de verdade eterna que somente o Deus de amor pode nos elucidar e proporcionar. É transcendência difícil de entender, explicar e conviver num mundo tão exposto a miasmas negativos.
O amor é a fronteira dos desígnios de Deus. O ser humano em sua dor e necessidade insana de poder é quem atravessa o Rubicão dessa fronteira e paga caro pelas consequências de sua insanidade e desconexão espiritual. Portanto, precisamos nos reconectar com a transcendência divina. O tempo urge.
Basta de guerras entre nações, entre irmãos, entre famílias, entre casais, entre amigos. Basta de criar inimigos. Basta de sacrificar a nossa evolução espiritual. Vamos sentir a beleza do amor incondicional emanado por Jesus e suas benfazejas consequências. A felicidade está sorrindo e aguardando a nossa conexão. Então, sejamos felizes.

Carlos Castro
Carlos Castro cursou Jornalismo no Ielusc, tem forte formação sindical e já trabalhou em diversas emissoras de rádio de SC. Liderou movimentos sociais, partidários e hoje é colunista do Chuville Notícias. Sua coluna semanal "Mentalidade Consciente" traz reflexões fundamentadas que servem de inspiração para a sociedade frenética atual. Contato: castrorevival@gmail.com











