Sexta-feira, 11 de setembro de 2026 MPJ | Mais Pelo Jornalismo
Início Joinville Caixão para o Billy Esportes Coisarada Seus Pilas Saúde Política
Região Região — tudo São Chico Araquari Barra do Sul Itapoá Garuva
Colunas Colunas — tudo Política - Estamos de Olho! Cultura - Pierre Porto Guia gastronômico Saúde - Mentalidade Consciente
Café com Chuville no rádio! Rede Mais pelo Jornalismo
Publicidade
/apidata/imgcache/ef5a2e95d402d6efa536eb09ca11f9a7.webp?banner=top&when=1789132779&who=6

Mulher que se passou por adolescente é condenada em Joinville

Amanda Maria de Sousa, de 38 anos, foi condenada por estelionato e falsa identidade após viver por cerca de 14 meses com uma família da cidade.

Amanda foi condenada a um ano, seis meses e 10 dias de reclusão e quatro meses e 18 dias de detenção, em regime inicial semiaberto
Amanda foi condenada a um ano, seis meses e 10 dias de reclusão e quatro meses e 18 dias de detenção, em regime inicial semiaberto (Foto: Rede Social).

Amanda Maria de Sousa, de 38 anos, foi condenada por estelionato e falsa identidade após se passar por adolescente para ser acolhida por uma família de Joinville. Segundo a sentença, ela criou uma identidade falsa e viveu por cerca de 14 meses com a família, que ofereceu moradia, alimentação, medicamentos e outros cuidados.

De acordo com a decisão, Amanda primeiro disse que era adulta e, depois, passou a afirmar que era adolescente. Para se aproximar da família, contou histórias de dificuldades, incluindo supostos abusos, problemas de saúde e abandono familiar.

A história foi descoberta depois de cerca de um ano de convivência. A investigação reuniu documentos, depoimentos das vítimas e testemunhas e uma perícia feita em um celular apreendido. A própria ré reconheceu que usava nome e idade falsos.

Segundo a sentença, Amanda manteve a história de que era adolescente durante o período em que viveu com a família. Para isso, adotou comportamentos que ajudassem a esconder sua verdadeira idade.

Publicidade
/apidata/imgcache/1dccaf5006b5f13c4794921225667476.webp?banner=postmiddle&when=1789132779&who=6

A Justiça entendeu que a mentira permitiu que ela tivesse suas despesas pagas pela família durante o período em que morou com os moradores. O caso também provocou impactos emocionais nos envolvidos, principalmente pelo vínculo criado ao longo de mais de um ano.

Condenação

A Justiça considerou comprovado que Amanda cometeu os crimes de estelionato e falsa identidade de forma consciente para manter a família enganada e obter benefícios.

Ela foi condenada a um ano, seis meses e 10 dias de reclusão e quatro meses e 18 dias de detenção, em regime inicial semiaberto.

A sentença manteve a prisão preventiva e negou o direito de a ré recorrer em liberdade. O processo tramita em segredo de justiça.

Publicidade
/apidata/imgcache/003a2f7b9557499e3a7d1c73df680496.jpeg?banner=postmiddle&when=1789132780&who=6

Leia também