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Movimento é criado em Joinville para combater o neofascismo e defender a democracia

Intitulado Vanguarda Popular Joinvilense, grupo que reúne partidos e outras entidades sociais, quer conscientizar a população joinvilense contra ideias neofascistas, o ódio e intolerância. .

Atualizado em 08/06/2024 às 15:06, por Redação - Portal Chuville.

Na noite da última quinta-feira (06), no plenário do SINSEJ, ocorreu a reunião da Vanguarda Popular Joinvilense com lideranças de outros movimentos sociais e partidos políticos progressistas, para debater e encaminhar ações contra a vinda de Bolsonaro a Joinville, bem como para o enfrentamento contra o avanço neofascista na cidade.

“Fundamos o movimento para enfrentar o ideário neofascista que se expressa em Joinville através do bolsonarismo e sua política nefasta, de propagação de ódio e intolerância contra a democracia. Vamos construir a resistência com um debate social do atraso que isso representa”, afirma Sandro Jardim, um dos fundadores do movimento.

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Bolsonaro está para realizar seu terceiro encontro nacional e a escolha de Joinville tem motivos que, segundo o movimento VPJ, precisam ser enfrentados. “Nós seremos a antítese do retrocesso social, político e religioso que o bolsonarismo representa. Vamos mobilizar a sociedade joinvilense a resistir e dizer não ao fundamentalismo e ao neofascismo. Os trabalhadores querem conquistar a felicidade e não serem engolidos por uma onda destrutiva das relações sociais”, comenta Carlos Castro, outro fundador do VPJ (iniciais do nome do movimento).

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Uma das primeiras ações que estão sendo organizadas, pelo VPJ, com apoio de outras entidades e coletivos do município, será a panfletagem, para alertar os fiéis, nas portas de diversas igrejas (especialmente as evangélicas neopentecostais – público preferencial do bolsonarismo).
“Precisamos avançar para uma sociedade humanista e não repetir erros já condenados pela história. Vamos dialogar com os fiéis, na saída dos cultos e missas, para os conduzirmos a refletirem, à luz do que diz a Bíblia Sagrada, sobre o mal que Bolsonaro provoca”, pontua Castro.
Conforme a Bíblia, “conhecereis a árvore pelo fruto”. E quais são os frutos pelos quais Bolsonaro, seus familiares e aliados são conhecidos? Escândalos de corrupção (rachadinhas e lavagem de dinheiro), apologia à tortura e à violência, defesa das milícias e de grupos de extermínio… ou seja, como ele mesmo outrora afirmou: sua especialidade é matar.

“Finalmente, Joinville está forjando um movimento de luta e resistência contra a escória fascista e seu infame evento da visita de Bolsonaro. Não vamos mais tolerar a intolerância. Vamos defender a democracia. E “combateremos o bom combate” na arena da ideias, por meio da sensibilização e conscientização”, informa Jardim.

Um Ato Público está sendo pensado para ocorrer no próximo dia 29 de junho.


Redação

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