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MENTALIDADE CONSCIENTE: A vida abundante prometida por Jesus precede da limpeza das sujeiras mentais e da elevação da frequência vibratória

A coluna desta semana mostra que uma coisa está diretamente ligada a outra. Somos aquilo que pensamos e agimos, logo precisamos refletir nossas atitudes.

Imagem mostra um grupo de pessoas em uma praça e uma energia cósmica sobre suas cabeças.
Imagem gerada por IA

Max Planck, o pai da física quântica, afirmava que “a matéria é derivada da consciência”. Essa ideia espiritual inovadora ainda incompreendida pela imensa maioria da humanidade, entende que a consciência é o fundamento e a matéria o resultado, e não o contrário. A filosofia sempre conflitou entre o idealismo de Platão e o empirismo de Aristóteles.

Na Ideologia Alemã, Karl Marx escreve: “Não é a consciência quem determina a existência, mas a existência é quem determina a consciência”. Esse axioma de Marx prova-se um equívoco perante a máxima de Planck e o conhecimento oriundo da física quântica. Nesse embate filosófico estou ao lado de Platão e Max Planck. A consciência é o reservatório onde tudo emerge. Conforme o Cabarlion, o mundo é mental, portanto, a mente é a fonte original de tudo o que ocorre em nossa vida.

Conforme já escrito nesta Coluna, MENTALIDADE CONSCIENTE: O entrelaçamento quântico alinha a consciência coletiva!  há o campo mórfico, hipótese teórica e comprovada do biólogo Rupert Sheldrake nos anos 80 que sugere a existência de campos organizadores não-físicos que moldam a forma e o comportamento de seres humanos, além de plantas e animais.

Todo conhecimento existe antes na dimensão espiritual!

No livro Nosso Lar, lançado em 1944, Chico Xavier psicografa as experiências do espírito André Luiz na colônia espiritual, onde este utiliza um aparelho de comunicação similar a um notebook para consultar informações de suas encarnações passadas. O computador pessoal vai surgir no final dos anos 70 e o notebook em meados dos anos 80.

Já o aerobus descrito no livro que virou filme em 2010 com mais de 4 milhões de espectadores nos cinemas do país, levitava a 5 metros do chão. No plano físico, o primeiro trem Maglev (levitação magnética) em alta velocidade vai entrar em operação em Shangai, na China, em 2003. O conhecimento tecnológico existe na dimensão espiritual e há um processo de conexão dos cientistas e inventores para desenvolve-lo no plano físico.

Platão vai caracterizar essa dimensão como o mundo das ideias ou mundo inteligível onde está a verdadeira realidade. Um plano imaterial, eterno, imutável e perfeito, acessível apenas pela razão e pelo intelecto. Nele residem as essências e formas perfeitas de tudo, enquanto o mundo sensível é apenas uma cópia imperfeita e mutável.

Sócrates tinha a “MAIÊUTICA” como método filosófico de diálogo que provocava o interlocutor a dar à luz as ideias e verdades internas para perceber e aflorar o autoconhecimento escondido pelo véu do esquecimento da reencarnação. Sócrates e Platão eram adeptos a essa ideia expressa no livro X de “A República” através do Mito de Er, ao narrar a história de um soldado que morre e “ressuscita” 12 dias depois para contar sua jornada ao além. Ele descreve o julgamento das almas, a reencarnação e a escolha das futuras vidas, enfatizando a responsabilidade individual na busca pela virtude e a justiça.

A criatividade e pensamentos inovadores são conhecimentos oriundos da Mente Universal. “Nada se cria, tudo se recebe” através da sintonia com planos superiores, consciente ou inconscientemente, onde o conhecimento potencial já existe. O cérebro humano não cria nada do zero, ele funciona como uma antena receptora de Rádio. Einstein, Tesla, Alan Turing, até mesmo Openheimer e tantos outros anônimos, imprescindíveis no conhecimento cientifico, tiveram suas inspirações através da sintonia com frequências superiores, fazendo fluir as ideias no plano físico com soluções novas e originais (o momento “Eureca” e os “insights”). O mesmo ocorre com artistas e suas composições, inclusive já há muitos deles, além de cientistas que sentem suas obras e entendimentos como sendo “canalizadas”.

O experimento da dupla fenda comprova que a consciência molda a realidade!

O experimento da dupla fenda realizada em 1961, por Claus Jönsson, demonstrou a dualidade onda-partícula, através da física quântica, dependendo do efeito observador. Sem observação, o elétron é onda, com observação, se torna partícula. Isso foi uma revolução no conhecimento que colocou a física clássica newtoniana em xeque.  Matéria e energia no nível fundamental, não se comporta de forma previsível como pequenas “bolinhas”, mas como natureza dual: partícula e onda ao mesmo tempo.

O novo conceito quântico desafia a intuição humana sobre a realidade. O experimento sugere uma interpretação espiritual e metafórica de que a consciência molda a realidade, atuando como co-criador do universo. A ideia de que partículas se comportam como ondas de possibilidades (superposição) até serem observadas (colapso da função de onda) é interpretada como a atenção humana definindo qual potencial se tornará real. Bingo. O seu mundo dos sonhos pode colapsar.

Sei que dialogar sobre esses conceitos é complexo. Estou tentando ser o mais didático possível, porque a MENTALIDADE CONSCIENTE passa pela compreensão desse entendimento. Passo seguinte, controlar os pensamentos negativos que fervilham e atormentam a nossa mente. Pensamentos positivos, visualização e vocalização dos sonhos expandem de forma harmoniosa o nosso campo eletromagnético, muda a nossa frequência vibratória e traz altivez a nossa vida. Quanto mais as pessoas inverterem as imperfeições por virtudes, mais a egrégora do planeta provoca o entrelaçamento quântico, aumentando a frequência coletiva e positiva do planeta e a amplitude da percepção do criador.

O Sermão da Montanha será SEMPRE a filosofia do bem viver!   

Outro fator fundamental para a mudança mental é compreendermos que somos feitos a imagem e semelhança de Deus. Imagem significa molde, forma, representação exata e semelhança, representa caráter, natureza e essência. Não é algo parecido, é da mesma natureza e substância. Jesus disse, “eu sou o caminho, a verdade e a vida”, (João 14:16). Isso não foi um slogan religioso, mas uma declaração de arquétipo. O que significa ser o caminho, a verdade e a vida? É não precisar de mapas externos para saber quem voce é.

Ser a verdade, é existir sem precisar de validação. A verdade não pede licença para ser quem é. E ser a vida, é não depender de condições externas para estar vivo, inteiro. Portanto, Jesus não estava falando de si mesmo. Ele estava mostrando um arquétipo, um modelo do que é viver a partir da identidade de Cristo, a identidade observadora do criador. Ele veio mostrar a PRAXIS de ser e viver como filho de Deus.

Como já escrevi em outra Coluna, Gandhi dizia que se todos os livros fossem queimados e sobrasse o SERMÃO da MONTANHA, nada estaria perdido e tudo seria salvo. Detalhe, ele não era cristão, era hindu. Portanto, a filosofia do bem viver está na nossa cara, em Mateus 5, 6 e 7. Leia, reflita, entenda e veja como há equívocos em nossa praxis, pior, batemos no peito e nos declaramos cristãos, sem compreender a essência e invertendo a lógica e a mensagem do evangelho.

Se decidirmos viver neste arquétipo de amor, saímos da epiderme, do raso, da praia, das interpretações bíblicas estapafúrdias que visam o controle pelo medo e passamos a compreender a imensidão do criador e o nosso papel no universo.

Concluindo, se a matéria é derivada da consciência; se há campos mórficos para entrelaçar o inconsciente coletivo; se há consciência de que ao elevarmos a nossa frequência vibratória vamos sintonizar a frequência da criatividade, da criação; se o experimento da dupla fenda prova que a matéria obedece a frequência e as intenção do observador, significa que se a mente, o coração e o corpo operam na mesma frequência ao mesmo tempo, o campo responde e os nossos sonhos podem ser colapsados. Isso sim é ter uma vida abundante tão maravilhosamente prometida por Jesus em João 10:10. Então, vamos desfrutá-la.

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