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Joinville tem 73 candidatos a conselheiro tutelar em 2023

A cidade atualmente conta com três Conselhos Tutelares, mas está ampliando para mais dois. Eleição acontecerá no dia 1º de outubro .

Atualizado em 07/08/2023 às 21:08, por Leandro Schmitz.

A cada quatro anos, conforme legislação nacional, são escolhidos os Conselheiros Tutelares de cada cidade, com o apoio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, além da supervisão do Ministério Público. O Brasil inteiro escolhe seus representantes no próximo dia 1º de outubro e, em Joinville, a votação será feita no Expocentro Edmundo Doubrawa, ao lado do Centreventos Cau Hansen, das 9h às 17h. A cidade terá que escolher 25 conselheiros dentre 73 candidatos.

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Uma das novidades deste ano é a criação de mais dois Conselhos Tutelares, totalizando cinco. Cada um deles terá cinco representantes. De acordo com a presidente do CMDCA de Joinville, Daiana Delemar Agostinho, a demanda da cidade cresceu, por isso a ampliação. “Joinville precisa e tem demanda para essa ampliação. O Conselho Tutelar é um dos principais órgãos do sistema de garantias, e vai zelar pelos direitos das crianças e adolescentes, atender a esse público e suas famílias”, avalia.

A Secretaria de Assistência Social, ligada ao Conselho Tutelar, está organizando a eleição na parte administrativa. A seretária da pasta, Fabiana Cardozo, defende que a população de Joinville preste atenção e conheça todos os candidatos. “É preciso saber quais são as propostas de trabalho deles, porque vão defender o direito da criança e adolescente, além de fomentar a política pública na região em que vão trabalhar”, argumenta.

Qualquer pessoa inscrita como eleitor (a) em Joinville poderá votar no seu conselheiro tutelar. O voto é limitado a apenas um candidato. No dia 1º de outubro deverá apresentar um documento com foto no horário e local estipulados. A apresentação do título de eleitor não é obrigatória.

 

 

Cada Conselho, uma região diferente

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A maior cidade de SC foi “fatiada” em cinco regiões distintas. Assim, cada Conselho Tutelar será responsável por uma região, facilitando o atendimento às demandas relacionadas às famílias que tenham crianças e adolescentes. Confira:

  • Conselho Tutelar 1
    Paranaguamirim, Ulysses Guimarães, Jarivatuba, Adhemar Garcia, Parque Guarani, João Costa
  • Conselho Tutelar 2
    Centro, Anita Garibaldi, Bucarein, Guanabara, Fátima, Atiradores, Itaum, América, Saguaçu, Glória, Boa Vista, Iririú, São Marcos.
  • Conselho Tutelar 3
    Itinga, Boehmerwald, Profipo, Santa Catarina, Petrópolis, Nova Brasília, Morro do Meio, Floresta.
  • Conselho Tutelar 4
    Vila Nova, Costa e Silva, Santo Antônio, Zona Industrial Norte, Jardim Sofia, Pirabeiraba, Dona Francisca, Rio Bonito, Bom Retiro.
  • Conselho Tutelar 5
    Aventureiro, Comasa, Espinheiros, Jardim Iririú, Jardim Paraíso, Vila Cubatão.

 

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Para ser conselheiro tutelar, o candidato precisa ter formação superior, ter acima de 21 anos, pelo menos dois anos de atividades com crianças e adolescentes e não ter sido destituído como membro do Conselho Tutelar nos últimos dois mandatos.

A região com menor número de candidatos é a do Conselho Tutelar 3, com sete nomes. A maior disputa está entre as regiões 1 e 5, com 18 nomes cada uma. Já as regiões 2 e 4 têm 16 e 14 candidatos respectivamente.

 

Mas afinal, o que faz um conselheiro tutelar?

O Conselho Tutelar, embora esteja ligado diretamente à prefeitura, é um órgão indepentende. Criado em 1990, junto ao Estatuto da Criança e Adolescente, tem como principal função garantir que os direitos infantojuvenis não sejam violados. O conselheiro tutelar vai auxiliar o poder público, sobretudo o Judiciário, nos casos de violação de direitos (abandono, violência, alienação parental, etc). Receber e acompanhar denúncias, aplicar medidas de proteção, articular redes de apoio, são algumas das suas funções.

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Para executarem com exclusividade e imparcialidade estas funções, recebem um salário de cerca de R$ 7 mil.


Leandro Schmitz

Com formação em Jornalismo pelo Ielusc, MBA em Marketing e Comunicação Integrada pela Aupex, já atuou em diversos veículos de comunicação, como Rádio Mais FM (Hoje Nativa FM), Rádio Udesc FM, Jornal Notícias do Dia e Folha Metropolitana. Foi vencedor do Prêmio Jornalismo Unimed 2010, vencedor do Prêmio Celesc de Jornalismo (2025) e finalista do Prêmio Fenabrave Jornalismo (2013). Tem experiência em todas as plataformas: rádio, jornal, internet, vídeo. No setor público já atuou na gestão de comunicação de pastas e assessoria na Câmara de Vereadores. Hoje também é servidor público concursado do município.