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Joinville aguarda análise do BNDES sobre empréstimo de R$ 112 milhões para a Saúde

Recursos devem financiar obras em unidades de saúde, a construção do novo CAPS AD3 e a compra de equipamentos para a rede municipal. Caso seja liberado, o dinheiro poderá ser disponibilizado somente no segundo semestre de 2027.

Foto de Unidade UBSF em Joinville
Recursos devem ser usados em obras, melhorias em unidades de saúde e na compra de equipamentos para a rede municipal (Foto: Secom)

A Comissão de Finanças da Câmara de Joinville debateu nesta terça-feira (18) a aplicação de um empréstimo de até R$ 112,5 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para investimentos na Saúde do município.

A solicitação do empréstimo foi discutida na Câmara em fevereiro deste ano. O financiamento foi autorizado pela Lei Municipal nº 10.165/2026 e prevê recursos para obras, melhorias nas unidades de saúde e compra de equipamentos. Apesar da autorização da Câmara, o dinheiro ainda não foi liberado. O BNDES precisa analisar a documentação e a viabilidade dos projetos antes de decidir pela contratação.

Segundo Gustavo Polidoro, da Secretaria de Administração e Planejamento (SAP), a previsão é que a contratação do financiamento ocorra no segundo semestre de 2027. O processo pode ser aprovado de forma parcial, com redução de valores ou mudanças nos projetos, desde que o total fique dentro do limite já autorizado pela Câmara.

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Onde o dinheiro deve ser usado

Entre os projetos previstos estão a construção da nova sede do CAPS AD3, melhorias nos Prontos Atendimentos (PAs) Norte e Sul e obras em seis Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSFs): Parque Guarani, Leonardo Schlickmann, Santa Catarina, Jativoca, Jardim Paraíso 4 (Canto do Rio) e Vila Nova.

Do total autorizado, R$ 25 milhões devem ser destinados à compra de equipamentos e outros materiais para a rede municipal de Saúde. A previsão inclui computadores, sistemas de climatização, equipamentos odontológicos e aparelhos hospitalares.

A reunião foi realizada a partir de um requerimento do vereador Cassiano Ucker (PL), que afirmou que o objetivo é acompanhar a aplicação dos recursos e dar transparência ao processo.

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