Hospital Infantil deverá fazer mutirão de cirurgias de escoliose em agosto
Este é o oitavo mutirão, que deverá contar com triagem de 50 crianças e adolescentes da região. Destas, somente 11 serão operados. .
O Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria realizará entre os dias 4 e 8 de agosto a oitava edição do mutirão de cirurgias de escoliose. O objetivo da ação, além de reduzir o tempo de espera pelo procedimento, é oportunizar o tratamento adequado e qualidade de vida para crianças e adolescentes com escoliose no estado.
Desde o início do projeto, em 2022, foram realizadas cerca de 70 cirurgias corretivas que diminuíram o tempo de espera pelo procedimento. Para o Dr. Ricardo Acácio, ortopedista do Hospital Infantil e coordenador da campanha, a ação é um esforço conjunto da equipe de profissionais do hospital e voluntários que se doam pela causa: “Esse projeto contribui para diminuir a fila de espera pelo procedimento cirúrgico em Santa Catarina e acima de tudo proporciona um olhar humanizado, incentivando outros profissionais a doar seu tempo e conhecimento em prol de uma causa muito maior”.
O mutirão tem um forte caráter filantrópico, reunindo profissionais voluntários de diversas regiões, incluindo cirurgiões dos Estados Unidos, São Paulo e Joinville. Os médicos ortopedistas do próprio Hospital Infantil, Dr. Ricardo Acácio, Dr. Rodrigo Lauffer e Dr. Carlos Maçaneiro também atuam como voluntários na realização dos procedimentos, reforçando o compromisso da equipe com a causa e com o atendimento pelo SUS.
Nesta edição, cerca de 50 crianças e adolescentes passarão por avaliação ambulatorial e 11 pacientes serão operados. A seleção segue critérios clínicos e é feita com base na fila do Sistema de Regulação (SISREG). Após a cirurgia, todos os pacientes permanecem sob acompanhamento da equipe do ambulatório de ortopedia da instituição.
O que é escoliose
A escoliose é caracterizada por uma curvatura anormal da coluna que faz com que os portadores apresentem o corpo inclinado lateralmente o que pode causar dores nas costas e até alterações na estrutura anatômica. Ela tem cura e quanto mais cedo for diagnosticada aumentam as chances de recuperação do paciente. O tratamento é feito com o uso de coletes, fisioterapias e alguns casos é necessário a cirurgia de correção.

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