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ESTAMOS DE OLHO: Vereador “investigador” em Brasília, oposição e situação juntas e mais!

As últimas e quentes para você ficar bem informado, tudo o que você não viu por aí. .

ESTAMOS DE OLHO: Vereador “investigador” em Brasília, oposição e situação juntas e mais!

🕵️‍♂️ “Sherlok Hommes vai a Brasília”

Preparem suas lupas e chapéus de detetive: Joinville agora tem um “vereador federal”. Isso mesmo. O jovem Matheus Batista (aquele do MBL que se vestia de dinossauro em campanha e acha que política é TikTok e cosplay) resolveu dar uma voltinha em Brasília. E o motivo? Segundo ele mesmo, foi para “investigar” a situação das pessoas em situação de rua no Brasil.

Investigação, é? Será que o nobre edil esqueceu que é vereador municipal? Que sua jurisdição se chama Joinville? E que aqui mesmo, bem debaixo do seu nariz parlamentar, tem uma cidade inteira com problemas sociais, gente morando embaixo de viaduto, em barracos improvisados, em meio ao frio e à invisibilidade?

Mas claro, ir para Brasília rende mais engajamento. Afinal, quem resiste a uma selfie nos corredores do poder com pose de “Sherlok Hommes do MBL”? Enquanto isso, por aqui, os problemas continuam a espera de soluções. Ou ao menos de vereadores que se lembrem onde foram eleitos.

Fica a dúvida: é missão investigativa ou turismo institucional com verba pública? Estamos de olho!

🎌 Turismo Educacional: Japão Edition

A dupla dinâmica Jorginho & Adrianinho desembarcou no Japão e – surpresa! – ficaram chocados com a educação por lá. Que bom que finalmente descobriram que disciplina, respeito e valorização do professor funcionam. Parece até que visitaram outro planeta, tamanha a surpresa.

Mas cá entre nós: vão copiar o modelo educacional japonês de verdade ou só os pedaços que cabem nas redes sociais? Porque, convenhamos, é muito fácil voltar com uma lista de ideias soltas e aplicar só o que é conveniente. Fazer aluno limpar sala de aula, como insinuou o nobre governador? Isso até parece fácil… Agora, valorizar o professor, investir de verdade na estrutura escolar, pagar salário digno — será que isso vem no pacote da inspiração nipônica?

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Importar cultura exige mais que passagem de ida e volta. Exige coragem política. E isso, até agora, não vimos nem no Palácio da Agronômica, nem no gabinete da prefeitura. Trouxeram lição de casa ou só souvenir?

Estamos de olho — e esperando o boletim completo dessa viagem pedagógica.

💸 Espumante, Charuto e Veto: o Brasil Real em Brasília

Enquanto o povo briga no boteco, na fila do posto de saúde e nas redes sociais, os “inimigos mortais” PT e PL estavam semana passada em clima de churrasco premium no Congresso. O motivo? A vergonhosa votação que derrubou vetos do presidente Lula sobre temas centrais para a economia do país. Sim, você leu certo: PT e PL, lado a lado, brindando cortes e rombos fiscais — que, claro, quem vai pagar é você.

A oposição virou situação e a situação virou conveniência. Tudo muito republicano, com direito a tapinhas nas costas, risadinhas de canto de boca e acordos costurados no vapor dos charutos cubanos (ironia aqui é livre). Enquanto isso, o cidadão comum — aquele que vota, que paga imposto, que espera mudança — continua bancando a conta do teatro cínico protagonizado por Brasília.

A pergunta é simples: cadê a coerência? Cadê a defesa de princípios, de pautas, de ideologias? Parece que, no fim das contas, a única ideologia que une esquerda e direita por lá é a do toma-lá-dá-cá. Eles quebram o país juntos. E a gente briga por eles separados.

Estamos de olho — e enojados.

🎭 Antídio fora do jogo: o tabuleiro se define

O ex-prefeito de Jaraguá do Sul e atual deputado estadual, Antídio Lunelli, decidiu sair de fininho da corrida pelo governo do Estado. Foi convencido pela cúpula do MDB ou apenas percebeu que o jogo já está polarizado demais entre os gigantes bolsonaristas? Difícil saber. O que é certo é que o tabuleiro começa a ganhar contornos definitivos — e cada vez mais previsíveis.

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De um lado, Jorginho Mello tenta emplacar a reeleição com aquele sorriso de quem descobriu no conservadorismo a chave do cofre. Do outro, João Rodrigues, o prefeito de Chapecó que anda pelo estado como quem já se sente no cargo. E, claro, uma terceira via de centro-esquerda que tenta respirar num ambiente onde qualquer nuance é confundida com fraqueza.

A grande pergunta é: tem espaço pra alguém do centro? Pra algum nanico ousado? Ou o script já está escrito e falta só encenar o teatro eleitoral?

E a população, coitada, assiste tudo sem saber se vai votar por esperança, medo ou cansaço. Porque promessas não faltam. Já as respostas…

Estamos de olho — e, infelizmente, cada vez mais certos de que o palco muda, mas os atores são os mesmos.

🌍 À beira da loucura: Terceira Guerra Mundial?

Ucrânia e Rússia seguem em guerra. Israel e Faixa de Gaza em conflito permanente. Agora, o Irã entra na equação com promessas e ataques de ambos os lados. A escalada é visível. A tensão é global. E a pergunta que ecoa nos bastidores e corredores internacionais é direta e assustadora: estamos nos aproximando de uma Terceira Guerra Mundial?

Somam-se a isso o renascimento da extrema-direita em vários países, o aumento de movimentos fundamentalistas religiosos, o discurso de ódio institucionalizado — tudo embalado por líderes populistas com delírios messiânicos. O cenário geopolítico parece ter voltado no tempo, como se tivéssemos regredido para a era da vingança, do olho por olho, dente por dente. Só que agora, com armas nucleares e redes sociais.

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E nós, brasileiros? Achamos que estamos longe demais, mas não estamos. O trigo que vira pão encarece. O combustível explode. O dólar sobe. A polarização interna se alimenta da histeria externa. E enquanto o mundo flerta com o caos, a gente segue aqui, brigando por político de estimação e fingindo que não é com a gente.

Que tenhamos paciência. Mas mais do que isso: que tenhamos juízo. Porque não dá pra enfrentar mísseis com memes, nem guerra com discurso de coach.

Estamos de olho — e torcendo pra que a lucidez não seja mais uma vítima da guerra.

📏 “Vamos Passar a Trena”: Separatismo de Palanque

No sul do Brasil tem de tudo: pinhão, chimarrão, frio e… governador que quer passar a trena e separar a região do resto do país. Sim, você não leu errado. Jorginho Mello, o nosso ilustre governador, em um encontro com governadores do Sul, soltou a seguinte pérola: “Tô com vontade de passar uma trena aqui e separar o Sul do resto do Brasil.”

Pode isso, Arnaldo? Separatismo agora é pauta de governo? Em vez de unir, resolver problemas reais, investir em saúde, segurança e educação, o cara vem com conversa de dividir o país como se estivesse marcando lote de sítio.

Esse tipo de bravata é mais perigoso do que parece. Alimenta discursos xenofóbicos, inflama a intolerância, promove o ódio disfarçado de orgulho regional. E o pior: vem de cima, de quem deveria dar exemplo. Em tempos tão tensos, o que a gente menos precisa é de político jogando gasolina ideológica no fogo da ignorância.

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Sinceramente, não sei o que leva esse ser a achar que pode riscar o mapa do Brasil com régua e compasso. Mas sei bem o que ele está fazendo: tentando arrancar aplauso fácil de plateia inflamada. E isso, infelizmente, nunca termina bem.

Estamos de olho — e de saco cheio.

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