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ESTAMOS DE OLHO - EXTRA: Pouca adesão de servidores à paralisação e mais!

A coluna extra desta sexta-feira (27) analisa a manifestação dos servidores de hoje, que teve pouca adesão, mesmo a categoria declarando estado de greve.

Atualizado em 27/02/2026 às 20:02, por Rafael do Nascimento.

Imagem mostra o desenho de um detetive segurando uma lupa.

Pouca adesão em frente à prefeitura, na manhã desta sexta-feira. Foto: Divulgação

Na Coluna de ontem (26), publiquei a nota sobre a paralisação dos servidores públicos que ocorreria hoje pela manhã, na porta da prefeitura, comentando que seria a prova dos 9 sobre a força da entidade junto à categoria ou sobre o poder de fogo do prefeito Adriano.

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Em torno de 400 servidores compareceram, uma quantidade baixa que poderia ser ampliada com ações assertivas da direção do SINSEJ. Porém, o que ocorreu foi uma sucessão de erros após o prefeito negar o atendimento aos dirigentes do sindicato. Ao invés de terem uma estratégia correta para ampliar o movimento, os poucos que tinham se dispersaram ao serem direcionados para a Câmara de Vereadores, sem a aprovação dos presentes. A chegada no prédio ocorreu por volta das 12h, no período de almoço. A confusão se instalou nos manifestantes e a Torre de Babel se impôs, sobrando em torno de 100 servidores irritados. 

Uma assembleia foi chamada para as 16h. Com um público ainda mais reduzido, em torno de 80 servidores, decidiram convocar uma nova assembleia para 12 de março (quinta-feira), mantendo o estado de greve. A primeira grande investida da direção do Sinsej, em 2026, se encerra com final melancólico para uma categoria que foi poderosa sob outras gestões, como de Ulrich Beathalter e Jane Becker. O prefeito Adriano ganhou esse round.
 
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Foto: Divulgação

Fernando Krelling esteve com seu gabinete Móvel no Comasa

Andando pelo Comasa hoje, conferi o deputado estadual rodeado de munícipes do bairro quando cruzei com ele em frente ao Castelo Excalibur, do meu amigo Silvio Neumann. Esse modelo de mandato feito para ouvir o povo em cada bairro é muito assertivo. Mostra o compromisso e o perfil popular.

O diálogo é direto com o povo que expõe ao deputado às principais demandas da região, que são encaminhadas aos órgãos competentes.

O nosso mandato é feito ouvindo as pessoas. Estar presente nos bairros, entendendo de perto cada realidade, faz toda a diferença para buscarmos resultados efetivos

destacou o deputado


Rafael do Nascimento

Rafael é joinvilense, advogado desde 2008, nascido no Boa Vista e criado no Jarivatuba.

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