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ESTAMOS DE OLHO (extra): Ex-vereador Nado é indiciado pela prática de rachadinha e peculato

Em edição extra, a coluna política mais lida de Joinville dá detalhes dos desdobramentos relacionados ao caso do ex-vereador Nado.

Imagem de um detetive segurando uma lupa

Ednaldo José Marcos, conhecido como Nado (PSD), foi INDICIADO pela Polícia Civil por envolvimento com RACHADINHAS e 161 práticas de PECULATO. O ex-vereador foi alvo da Operação Backbone em abril de 2024, deflagrada pela 3ª Delegacia de Polícia Especializada no Combate à Corrupção (Decor). A operação envolveu 80 policiais civis de delegacias de Blumenau, São Bento do Sul, Jaragua do Sul e peritos da Polícia Científica, além do acompanhamento de membros da Comissão de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 

Segundo a Polícia Civil, os assessores tinham parte de seus salários recolhidos pelo vereador, prática caracterizada como Peculato, crime previsto no Artigo 312 do Código Penal com pena de reclusão de 2 a 12 anos e multa. Na acusação consta que o esquema seria articulado por agentes de confiança do parlamentar, pessoas que atuariam como intermediárias entre o recolhimento dos valores e sua destinação final.

À Coluna, Nado respondeu:

Me chamou a atenção que a operação em 2024 ocorreu na época da eleição e agora dias antes de eu assumir como vereador, eles movimentam o processo. Isso comprova a perseguição política que estou sofrendo. Estou tranquilo porque não cometi crime algum. O processo não passa de estorinha infantil. O delegado precisa justificar o tamanho da mega operação que provocou e a fortuna que isso custou aos cofres públicos

Nado

 

Caso semelhante ocorrido em Itajaí com o vereador Fábio Negão (PL), em agosto de 2024, levou à condenação de 83 anos e 6 meses de prisão em regime fechado. A longa pena se deu pela prática de rachadinha por 347 vezes. Em 2024, Fábio recebeu nova condenação de 24 anos por fatos similares, totalizando 117 anos em penas. No entanto, após prisões preventivas, ele obteve liberdade provisória e tem recorrido das sentenças em liberdade.

Vereador Nado. Foto: Divulgação
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A aplicação da lei da dosimetria foi suspensa pelo ministro Alexandre de Moraes

Os condenados do 8 de janeiro, Jair Bolsonaro e mais 200 mil criminosos seriam beneficiados com o ajuste e redução das penas pela lei da dosimetria aprovada no Congresso Nacional, porém, Xandão meteu água no chopp da bandidagem. A decisão foi tomada até que o STF analise o mérito que questionam a constitucionalidade da norma.   

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