Sexta-feira, 11 de setembro de 2026 MPJ | Mais Pelo Jornalismo
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ESTAMOS DE OLHO: Confusão da Câmara de Vereadores, namoro político na posse da Acij e mais!

Os bastidores da nossa política, as últimas e quentes, além de tudo o que aconteceu de mais importante e você não ficou sabendo por aí! .

ESTAMOS DE OLHO: Confusão da Câmara de Vereadores, namoro político na posse da Acij e mais!

🇺🇸 Bravateiro internacional e seus capachos tropicais

Mais uma vez o presidente bravateiro dos EUA resolveu espernear. Deu chilique, bateu pezinho e ameaçou: vai taxar o Brasil! O motivo? Está indignado porque o seu pau mandado tropical — que ele chama de “aliado” — está prestes a encarar o xilindró. Que coisa feia, né? Atacar um país soberano porque a justiça está fazendo o seu trabalho.

Mas, como sempre, os “patriotas” de TikTok daqui estão em festa, celebrando a humilhação como se fosse título mundial. A lógica? Não tem. Orgulho ferido? Nem se sabe mais onde foi parar.

Só um aviso: essas ameaças de taxação atingem diretamente os nossos empresários e agricultores. O prejuízo real não é do STF, nem do Lula, nem da Janja — é do agro e da indústria que ainda acreditam no livre comércio.

E pra fechar: a batata do Eduardo Bolsonaro já começou a chiar no forno. Em breve, teremos mais um capítulo da série “Filho do Capitão: o Império Contra-Ataca”. E quando isso acontecer, aposto que o Trump vai continuar na bravata… porque de peito mesmo, só o de pombo.

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Estamos de olho — e de riso contido.

🏗️ Reforma ou Cabide? Joinville amplia cargos e salários

Na calada da noite, como manda o figurino dos bons acordos, a Câmara de Vereadores de Joinville aprovou o primeiro pacote da tão falada Reforma Administrativa. Resultado prático? Aumentaram de 498 para 556 cargos comissionados — porque, afinal, 498 era pouco, né?

De bônus, foram turbinadas funções como diretores-executivos, gerentes e uma novíssima leva de supervisores. A cereja do bolo está na Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), que agora terá dois secretários-adjuntos com salário de R$ 20,5 mil (chique, não?), prontos para tocar obras como a Ponte Joinville — aquela que ainda é mais conceito do que concreto.

A conta final inclui 11 diretores de operações com salários de até R$ 17,5 mil. Diretores, adjuntos, supervisores, coordenadores… tá parecendo empresa de marketing multinível.

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Foram 13 votos a favor e 4 contra, com destaque para o apoio caloroso das bancadas do Novo, MDB, PSD, União Brasil, Republicanos e Podemos. O PL rachou, e o presidente da Câmara, Diego Machado (PSD), preferiu assistir de camarote e não votou. Já o vereador Cleiton Profeta (PL), que também se absteve, apresentou de última hora um substitutivo global — porque improviso é a alma da política.

O prefeito Adriano Silva, que jurou de pés juntos que isso não é cabide de empregos, disse que está só fazendo como nas empresas: cresceu, precisa contratar mais. Só esqueceu de mencionar que na empresa privada, o salário não vem do bolso do contribuinte.

É claro, tudo muito técnico, tudo muito estratégico… Afinal, quem nunca precisou de mais 58 cargos comissionados pra terminar uma obra, que atire a primeira planilha.

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Estamos de olho. E com a calculadora na mão.

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👨‍❤️‍👨 Jorginho & Adriano: a nova dupla sertaneja da política catarinense

A cena foi digna de romance institucional: durante a posse da nova diretoria da ACIJ, nesta semana, o governador Jorginho Mello e o prefeito Adriano Silva trocaram mais elogios que casal em bodas de ouro. Sério. Faltou só tocar um violino no fundo.

Teve de tudo: afago, gracejo e até flerte político. Quando perguntado se Adriano daria um bom vice, Jorginho nem titubeou — “Adriano é governador quando quiser!”. Pronto. Entregou o trono, a faixa e talvez até a chave do cofre.

Já o prefeito, tomado pela emoção ou talvez pela necessidade de agradar o chefe do caixa estadual, soltou a seguinte pérola: “Jorginho é o governador que mais investiu em Joinville que eu conheço.” Não satisfeito, esqueceu até de citar Luiz Henrique da Silveira, o homem que literalmente reconstruiu a cidade e o estado — um pequeno detalhe, claro.

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Mas como nem tudo é deslize, a gente sabe o que é isso: puxa-saquismo de alto nível, daqueles que daria orgulho até no marketing político de Brasília. Porque, convenhamos, elogio é bom… mas essa lambida pública ficou constrangedora.

Estamos de olho — e com um pano de chão na mão, porque tá escorrendo.

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🪑 Dança das Cadeiras – versão Brasília/Joinville

A política joinvilense andou com o GPS recalculando rotas essa semana. Teve troca de legenda pra todo gosto — e olha que a eleição ainda nem bateu na porta. Vamos ao top 3 do troca-troca:

1 – Darci de Matos, suplente de deputado e veterano do PSD, decidiu fazer as malas e se mudar pro Republicanos. Motivo? Estar “alinhado com o projeto de reeleição do governador Jorginho Mello”. A gente traduz: alinhamento com quem manda na chave do cofre estadual. Pragmatismo puro, ideologia que lute.

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2-  Já o também suplente Coronel Armando, ex-PL, agora veste a farda do Progressistas, integrante da federação União Progressista. O anúncio virou até evento, com presença de Leodegar Tiskoski, o sempre presente casal Amin e até saudade ressuscitada com nome de Eni Voltolini, lenda da velha guarda. Faltou só o bolo com vela e as fotos de arquivo.

3 – E por fim, Rodrigo Coelho, ex-deputado federal e ex-Podemos, decidiu entrar de mala e cuia no MDB (como esta coluna já adiantou na semana passada), provando que todo mundo tem um lado pragmático escondido atrás da ficha de filiação. MDB é como aquele tio que sempre tem um lugar extra na mesa.

Os três — Darci, Armando e Coelho — já sinalizam que vão tentar voltar pra Brasília em 2026. A diferença agora é a sigla, porque o projeto, a gente já conhece.

Estamos de olho. E de planilha aberta, porque acompanhar federação, fusão, troca e dissidência virou quase que cálculo de física quântica.

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🐾 Tiro, porrada e confusão na Câmara de Joinville

Na Câmara de Vereadores de Joinville, confusão virou pauta oficial. E tem pra todos os gostos. A vereadora Liliane da Frada (PODEMOS), conhecida por defender animais com mais garra do que gente, resolveu abrir o coração — ou melhor, a boca — e comemorou publicamente a morte de caçadores. Isso mesmo, celebrou. Resultado: o barraco estava armado (literalmente).

Os CACs (colecionadores, atiradores e caçadores), que têm a sensibilidade de um pavio molhado, partiram pra cima. Primeiro tentaram, sem sucesso, enfiar a vereadora no Conselho de Ética, mas erraram o alvo: quem pode apresentar denúncia formal é vereador, não a sociedade civil — olha só que coisa, né?

Foi aí que os aliados da bala acharam um atalho: pressionaram o PL, partido com DNA armamentista. E adivinha quem topou a missão? Ele mesmo, o vereador mais votado da cidade e pré-candidato a deputado estadual, Wilian Tonezi, que protocolou uma representação no Conselho de Ética contra Liliane. Agora é guerra declarada: cães contra calibres.

Enquanto isso, o vereador Mateus Batista (União Progressista) também anda em apuros, conforme o Chuville Notícias adiantou ontem em primeira mão pra você. Só que o dele é com a Justiça mesmo. Foi condenado a pagar multa e cumprir quatro anos de reclusão por atacar de forma vil o ex-vereador Cláudio Aragão. A justiça bateu o martelo, e não foi só simbólico.

Resumo da ópera: uns comemoram mortes, outros atacam ex-colegas, e a Câmara — que deveria legislar — mais parece palco de reality show, só que sem o carisma e com muito constrangimento.

Estamos de olho — e com os fones no ouvido, porque o barraco tá alto.

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Jornalista perseguido pelas críticas ao governo do estado

O jornalista Marcelo Lula, com grande atuação em Santa Catarina, está sofrendo perseguição política e agora sofre até ameaças. O motivo? Apenas por fazer seu trabalho e expor as verdades que estão por baixo dos panos do governo Jorginho Mello.

Marcelo Lula não é o primeiro e não será o último jornalista a sofrer ameaças, temer pela sua segurança e da sua família e levar processos nas costas. O Brasil assiste a vários episódios como este nos últimos anos. Sorte que ainda existem entidades de classe, como a FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas), Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e os Sindicatos dos Jornalistas, que dão apoio e suporte a casos como este. A justiça tarda, mas não falha!

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