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ESTAMOS DE OLHO: As estratégias políticas para ano que vem, os bastidores e mais análises!

Os bastidores, as costuras, o palco da Fenachopp que serviu para as lideranças políticas e mais detalhes na análise de Elton Guerra! .

ESTAMOS DE OLHO: As estratégias políticas para ano que vem, os bastidores e mais análises!

A política catarinense segue fervendo como choppe recém-tirado: espuma em excesso, brigas de bar e promessas que evaporam rápido.

Em Brasília, a PEC da Blindagem caiu de madura no Senado, depois da Câmara passar vergonha pública; já por aqui, deputados brigões ganharam férias remuneradas como castigo. Enquanto isso, Jorginho Mello sua a camisa para montar sua chapa, mas quem anda tirando o sono do governador é João Rodrigues, que sem pedir licença já aparece com 25% nas pesquisas.

No campo das novidades, Tânia Larson desponta como nome sereno e habilidoso, cotada para disputar vaga em Brasília, e Lucas Souza aposta na legenda para transformar juventude em renovação política. Para equilibrar o copo, a Fenachopp voltou após 22 anos — com direito a música, chope e, claro, desfile de lideranças. A festa pode ter sido de Pirabeiraba, mas o recado é estadual: a política nunca perde a chance de brindar.

Llll

PEC da Blindagem não passa no Senado

Olha: os deputados acharam que eram os donos do Brasil — aprovaram a “PEC da Blindagem” como quem distribui brindes em feira de sindicato. Mas esqueceram que, às vezes, o Senado funciona (ou finge funcionar). E, surpresa, a CCJ do Senado rejeitou por unanimidade essa aberração constitucional.

Depois de uma sessão lamentável na Câmara — regada a discursos piegas, votos secretos e jogadinhas de bastidor — o povo deu um aviso: não querem ser feitos de palhaços numa ópera de corrupção. Literalmente foram às ruas protestar contra “anistia” e contra essa PEC da Bandidagem.

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E não é que deu certo? No Senado, a proposta foi enterrada. E de forma tão rápida que deixou as raposas do centrão com cara de quem perdeu o bonde da história.

Os deputados bolsonaristas, coitados, agora gritam aos quatro ventos que vão lutar – mas será que é pela democracia ou pela própria pele? Eles querem se livrar dos processos no STF — e, numa tacada de mestre (ou desespero), limpar a ficha do condenado que já devia estar atrás das grades.

Esse é o retrato da política nacional: se a lei é fraqueza, eles fazem outra; se o povo reage, enterra-se a PEC no colo deles. Viva a “blindagem democrática”: que só vale até a próxima eleição.

Llll

Câmara faz cócegas nos brigões do plenário

O Brasil assistiu a mais um espetáculo deprimente em Brasília: deputados extremistas transformaram o plenário da Câmara num ringue de luta livre, impedindo o trabalho legislativo. Até parecia episódio de reality show — só faltou a pipoca.

O caso foi parar no Conselho de Ética, que deveria ser o espaço da moralidade parlamentar. Mas, como sempre, o conluio político falou mais alto. O resultado? Em vez de uma punição exemplar que mostrasse respeito ao eleitor, veio a “sanção” de trinta dias de afastamento. Uma verdadeira massagem com penas de ganso nos arruaceiros.

É a famosa “justiça de compadres”: quem deveria ser exemplo para a sociedade, ganha férias remuneradas e ainda posa de vítima para as redes sociais. Vergonhoso. Se isso é o que chamam de ética no Congresso, o povo brasileiro continua sendo tratado como palhaço — e com ingresso pago.

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Jorginho intensifica reuniões políticas, mas tropeça na própria chapa

Nos bastidores da política catarinense, Jorginho Mello (PL) anda com a agenda lotada: reunião com Republicanos, afago no Podemos, piscadela para o MDB… tudo para montar a arca de Noé eleitoral de 2026. Inclusive, já prometeu ao MDB a sonhada vaga de vice — promessa que, em Brasília, vale menos que cheque de agiota em mãos de devedor.

Mas a engenharia política de Jorginho parece mais encrenca que cálculo estrutural mal feito. A federação União Progressista (União + PP) não abre mão da reeleição do senador Esperidião Amin, enquanto o PL já escalou Carlos Bolsonaro para o Senado — sim, o “vereador carioca” que mal conhece Floripa, mas agora virou catarinense honorário. Para deputado, sobra Carol de Toni, claro, porque o bolsonarismo precisa de sua ala mais estridente.

E se o MDB resolver dar um cavalo de pau e embarcar de vice na chapa do Lula? Aí, meu amigo, não é só a chapa de Jorginho que desmonta: é o circo inteiro que desaba. Até lá, seguimos assistindo à novela, porque em Santa Catarina política é entretenimento, e nós — sempre de olho.

Lllll

João Rodrigues dispara contra fake news e assusta Jorginho

O prefeito de Chapecó, João Rodrigues, resolveu puxar o berrante e colocar ordem no curral político catarinense. Chateado com alguns portais e jornalistas, o caboclo de Nonoai foi às redes sociais para denunciar fake news fabricadas contra ele. E não ficou só no desabafo: mostrou quanto esses “repórteres” receberam do governo estadual, deixando no ar a suspeita de um esquema nada republicano para tentar derrotá-lo.

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João não é de meias palavras, e sua reação deixou claro que não será engolido pelo jogo sujo da velha política. O mais curioso é que, sem sequer fazer campanha, o prefeito aparece com cerca de 25% nas pesquisas — número que já deixa o governador Jorginho Mello de cabelo em pé.

Se essa é a fase “pré-campanha”, imagina quando João Rodrigues resolver entrar de vez no campo de batalha. Por enquanto, Jorginho que se cuide: o caboclo assovia, e o rebanho presta atenção.

Llll

Tânia Larson mira Brasília?

A vereadora Tânia Larson (União), já no seu terceiro mandato, pode estar prestes a alçar voos mais altos. Conhecida por sua atuação firme em defesa do bem-estar animal, Tânia construiu uma trajetória marcada pela sobriedade, equilíbrio e tranquilidade — atributos raros na política e que fazem dela uma voz respeitada dentro e fora da Câmara de Joinville.

Com habilidade para negociar e capacidade técnica para articular, a parlamentar demonstra ter preparo suficiente para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Se realmente confirmar sua candidatura a deputada federal, Tânia tem tudo para se tornar uma excelente representante de Santa Catarina em Brasília.

O que é certo mesmo é que seu nome estará na corrida eleitoral de 2028, seja como candidata a prefeita, vice-prefeita ou, quem sabe, deputada federal pelo União Progressista. Tânia Larson já mostrou que sabe aonde quer chegar — e quem conhece sua trajetória aposta que ela chega lá.

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Lucas Souza aposta alto na legenda para ascender ao estadual

O jovem Lucas Pereira de Souza, vereador de Joinville pelo Republicanos, já mostra que não está para brincadeira. Com apenas 31 anos, formação superior completa, é residente no bairro Jarivatuba, técnico em edificações, solteiro e eleito com votação expressiva — ele obteve 6.584 votos em 2024, ficando entre os vereadores mais votados da cidade.

Lucas soube navegar bem na política local: não entra em barracos, evita polêmicas baratas, mas atua com firmeza nos bastidores. É um parlamentar equilibrado, que prefere entregar resultado em vez de espetáculo. Sua atuação técnica, presente nas comissões de Constituição e Justiça e Finanças da Câmara de Joinville, mostra que ele está bem preparado para legislar.

Além disso, ele tem protagonismo internamente no partido. Por exemplo, foi empossado como secretário estadual dos Jovens Republicanos de Santa Catarina, reforçando sua visibilidade e articulação junto à sigla.

Com todos esses ingredientes — juventude, bom desempenho eleitoral, perfil sereno e postura institucional — Lucas tem motivos reais para pensar em alçar voo para deputado estadual. A legenda Republicanos, crescendo em força e visibilidade no estado, pode ser o trampolim que faltava. Se ele mantiver esse ritmo de trabalho, sem se deixar consumir pela politicagem, será visto com bons olhos não só pelos eleitores, mas também por lideranças que decidem alianças.

Lllll

Fenachopp volta após 22 anos e reúne lideranças políticas na abertura

A tradicional Fenachopp, Festa Nacional do Chopp, está de volta depois de 22 anos. O evento retomou suas origens no último dia 25 de setembro, na Sociedade Rio da Prata, em Pirabeiraba, com uma abertura marcada por música, alegria, gastronomia típica e, como sempre, forte presença política.

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Entre os presentes estavam o prefeito Adriano Silva, o vereador Kiko da Luz, o pré-candidato Diego Machado, o deputado estadual Maurício Peixer e o suplente de deputado federal Coronel Armando. Já lideranças como Rodrigo Coelho e Fernando Krelling, ambos do MDB, não compareceram, pois participavam de reunião em Florianópolis com o governador Jorginho Mello.

A volta da Fenachopp representa não apenas a retomada de uma festa tradicional do calendário cultural de Joinville, mas também um espaço de encontro entre lideranças políticas e a comunidade. Ao que tudo indica, o evento retorna para ficar, fortalecendo a identidade local e movimentando a economia da região.

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