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ESTAMOS DE OLHO: Anistia pode liberar criminosos de facções, fala criminosa de deputado e mais!

Em coluna extra nesta semana, falamos dos problemas que nosso país terá caso a anistia seja aprovada, além de uma declaração criminosa de um deputado nesta semana. Não viu? Vem que explicamos! .

ESTAMOS DE OLHO: Anistia pode liberar criminosos de facções, fala criminosa de deputado e mais!

Se o Brasil já vive dias turbulentos, esta semana conseguiu superar qualquer roteiro de absurdo. Do Congresso tentando emplacar uma anistia que até facções criminosas poderiam usar, passando por vereador de Joinville cometendo crime de xenofobia e racismo, até chegar a um deputado federal que resolveu flertar abertamente com a apologia ao assassinato político. É nesses momentos que reafirmamos: estamos de olho, atentos e prontos para cobrar quem insiste em testar os limites da democracia e da decência.

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A anistia que abre a porta da cadeia

O Congresso Nacional nos presenteia com mais uma aberração política: a proposta de anistia que o PL e aliados tentam empurrar goela abaixo do povo brasileiro. A ideia é tão descabida que, se aprovada, não apenas políticos e empresários enrolados com a Justiça sairão de fininho, mas até integrantes do Comando Vermelho (CV) e do PCC poderiam tentar se livrar da cadeia sob a nova lei.

É o típico pacote de autoproteção travestido de projeto de lei. Querem limpar a ficha dos seus e, de quebra, abrir uma porta escancarada para criminosos comuns usarem o mesmo atalho. Em outras palavras: seria a “anistia do crime organizado”.

Enquanto a população pede segurança, justiça e responsabilidade, Brasília insiste em trabalhar para garantir impunidade. É a política brasileira mostrando que, quando o assunto é proteger os próprios interesses, não existe esquerda, direita ou centro — só existe o clube dos que não querem pagar a conta.

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Estamos de olho. Sempre.

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Racismo e xenofobia não é opinião, é crime

O vereador Mateus Batista (União Brasil) ultrapassou todos os limites ao cometer crime de racismo e xenofobia em vídeo divulgado nas redes sociais. Foi punido pelo próprio partido — o que já mostra a gravidade da barbaridade que falou. Mas isso não basta.

Nos bastidores, cresce um movimento para protocolar um pedido de cassação por iniciativa popular. E aqui cabe uma pergunta que não cala: os demais vereadores de Joinville terão coragem de agir como representantes do povo, ou vão fingir que nada aconteceu, fazendo vista grossa e corpo mole?

Chegou a hora de mostrar se na Câmara há gente decente ou cúmplices de quem carrega no discurso o veneno da discriminação.

Porque estamos de olho — e vamos cobrar cada voto.

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O discurso que pede cadeia

É inacreditável — e profundamente criminoso — o que ouvimos do deputado federal Gilson Marques (Novo-SC) recentemente. Em publicação nos stories do Instagram, ele não mediu palavras: “Na próxima, faça o golpe mesmo, mate adversários, pois se não fizer nada disso será punido igual”. São palavras que incentivam violência — nada menos que um advogar explícito por assassinato político como estratégia — num momento em que o ex-presidente Jair Bolsonaro está prestes a ser julgado pelo STF por trama golpista.

Fala criminosa, irresponsável e, acima de tudo, repulsiva. Quando o debate político beira o delírio autoritário, o país precisa reagir. Não é hora de relativizar; é hora de exigir retratação, repúdio institucional e, mais importante, sanção. Afinal, defender assassinato político não é discurso: é crime, e merece resposta à altura.

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